O
laudo pericial pedido pela DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento a
Mulher) em uma mulher de 48 anos que relatou ter sofrido violência
sexual em um posto de saúde atestou um rompimento recente de hímen,
comprovando que a vítima pode ter sido mal atendida no posto de saúde.
De acordo
com a delegada titular, Rosely Molina, a mulher será ouvida novamente e o
médico deve ser questionado no decorrer das investigações. “Não
podemos, por enquanto, dizer se ele será indiciado. O médico deverá
comparecer a delegacia para prestar esclarecimentos”.
Somente após ouvir todas as partes e constatar que houve um crime que a delegada vai tipificar a penalidade.
O caso
A mulher
procurou a delegacia após garantir que em abril deste ano sentiu-se
violentada ao ser atendida em um posto de saúde. De acordo com o relato
da vítima, ela seria virgem e teria relatado o fato ao médico.
Ele não
teria dado crédito ao relato da paciente e teria feito um exame médico
ginecológico, introduzindo um aparelho que teria rompido o hímen da
mulher.
Ofendida, a
paciente de 48 anos procurou a Delegacia Especializada de Atendimento a
Mulher para denunciar o abuso do médico. A delegada explica que é um
direito da mulher ser acompanhada por uma enfermeira, caso queira,
durante a consulta com ginecologista
